PLANO DE TRABALHO
CNPJ: 11.865.141/0001-93
ENDEREÇO: Rua Vicente Braga nº86 – Vila Atlantida MUNICÍPIO: Montes Claros UF: MG CEP: 39.401-135
E-MAIL: institutodonamarly@gmail.com TELEFONE: (38)9 9144-4487
NOME DO RESPONSÁVEL LEGAL: Jaime Amaro da Rocha
NOME DO RESPONSÁVEL PELA ELBORAÇÃO DO PROJETO:
Gracielle Silva Araújo
O público-alvo será composto por 60 crianças e adolescentes com faixa etária de 08 a 15 anos, residentes nos bairros da Vila Atlântida, Eldorado, Vila São Francisco, Bela Vista, Santos Reis e Nova Morada, sendo atendidos no projeto de acordo com sua faixa etária e necessidades específicas.
Atendendo 60 crianças e adolescentes com faixa etária de 08 a 15 anos.
Prazo de execução de 12 meses.
O município de Montes Claros, situado no norte de Minas Gerais, é reconhecido como polo regional em desenvolvimento econômico e social, porém apresenta profundas desigualdades territoriais. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica - IBGE (2022) os bairros periféricos concentram os maiores índices de vulnerabilidade social, pobreza e desigualdade de acesso a políticas públicas. Nesse contexto, em nosso território, destacam-se Vila Atlântida, Eldorado, Vila São Francisco, Bela Vista, Santos Reis e Nova Morada, que compõem a principal área de atuação do Instituto de Desenvolvimento Social Dona Marly. Essas comunidades são caracterizadas pela baixa renda familiar, alto índice de desemprego, infraestrutura precária, criminalidade e carência na oferta de esporte, cultura e lazer, para crianças e adolescentes.
Conforme levantamento do CRAS Santos Reis (2023), mais de 40% das famílias atendidas possuem crianças ou adolescentes em situação de vulnerabilidade social, e 18% já estiveram expostos a contextos de violação de direitos (negligência, trabalho infantil, evasão escolar ou violência doméstica). Os dados da Secretaria Municipal de Educação (2023) apontam ainda, que a taxa de evasão escolar entre adolescentes de 12 a 16 anos na região norte é de 8,7%, ficando acima da média municipal (5,1%), o que reflete fragilidades estruturais e ausência de oportunidades de inclusão.
Outro fator agravante é a insegurança social e o crescimento da violência juvenil, especialmente entre as crianças que ficam com tempo ocioso, sem acompanhamento familiar e sem atividades formativas. O relatório do Fórum Mineiro de Erradicação do Trabalho Infantil (2023) alerta que o trabalho infantil informal ainda é recorrente, principalmente entre jovens das periferias que buscam complementar a renda familiar.
A carência de atividades acessíveis, constitui um fator determinante para o agravamento de diversos riscos sociais, uma vez que prejudica o desenvolvimento pleno das potencialidades de crianças e adolescentes. Dados obtidos em visitas domiciliares realizadas pelo Instituto Dona Marly (2024/2025) indicam que, em inúmeras famílias, os responsáveis perdem progressivamente o controle e a autoridade sobre a vida dos adolescentes. Tal fragilidade familiar tende a instaurar um ciclo vicioso que, em muitos casos, aproxima as crianças e adolescentes de contextos de violência e criminalidade. O contexto descrito revela uma realidade onde a vulnerabilidade social, a pobreza e a exclusão cultural coexistem e se retroalimentam. A ausência de intervenções contínuas e integradas potencializa a reprodução do ciclo de vulnerabilidade entre gerações.
Assim, a área do objeto desta parceria requer ações preventivas, educativas e protetivas, que articulem esporte, arte, convivência e acompanhamento pela equipe tecnica, possibilitando à população infantojuvenil o acesso a direitos fundamentais, como educação, lazer, convivência e desenvolvimento pessoal, previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/1990) e na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS – Lei 8.742/1993).
O Instituto Dona Marly, com atuação consolidada nessas comunidades, apresenta-se como um parceiro estratégico, por já possuir estrutura física adequada, trabalho em rede, equipe técnica experiente e vínculos comunitários sólidos. Essa capilaridade territorial assegura capacidade operacional imediata para execução do projeto, potencializando resultados e impactos positivos na comunidade, nas famílias e no trabalho em rede.
A realidade territorial da região norte de Montes Claros, onde se localiza o Instituto de Desenvolvimento Social Dona Marly, é marcada por profundas desigualdades sociais que afetam diretamente o desenvolvimento de crianças e adolescentes. A deficiência de políticas públicas e de equipamentos sociais adequados tem provocado um cenário de fragilidade na garantia dos direitos.
Nos bairros atendidos pela instituição, temos observado um aumento de famílias vivendo em situação de pobreza e grande dificuldade de acesso a serviços essenciais. A vulnerabilidade, dificuldades financeiras, aliada à carência cultural e esportiva, contribui para a evasão escolar, o trabalho infantil, a violência doméstica, o uso de substâncias psicoativas e o envolvimento precoce com a criminalidade, sendo uma realidade constatada durante as atividades realizadas pelo Instituto. Assim, muitas famílias não conseguem suprir suas necessidades básicas, o que leva crianças e adolescentes a buscar trabalho precoce ou, na ausência de oportunidades, a serem aliciados pelo tráfico. Isso não é fruto de escolhas individuais, mas sim da ausência de um sistema funcional que garanta condições dignas às famílias, conforme apontam estudos do UNICEF - Fundo das Nações Unidas para a Infância e do IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (2021–2024), que relacionam pobreza estrutural com vulneração de direitos na infância.
Esses fatores alimentam um ciclo de desigualdade, resultando em conflitos familiares e diversas violações de direitos, sendo todos frequentes na área de abrangência. Mesmo quando políticas públicas existem, a sua presença isolada não é suficiente: a literatura especializada e o SUAS - Sistema Único de Assistência Social, reforçam que é necessária a união entre Estado, sociedade civil e iniciativa privada para oferecer suporte adequado às famílias em territórios vulneráveis. Nesse contexto, surge o papel fundamental do terceiro setor, que atua onde o Estado não chega de forma plena, oferecendo serviços que garantem convivência, proteção e formação cidadã. O Instituto Dona Marly atende atualmente 80 crianças e adolescentes, proporcionando oficinas de capoeira, reforço escolar, artesanato, empreendedorismo, karatê e futebol.
Contudo, apesar dos resultados positivos, a demanda supera amplamente a oferta, ficando com uma lista de espera para as oficinas ofertadas, devido à ausência de recursos para suprir as despesas. É nesse cenário que o presente projeto, alinhado ao Eixo Temático do Edital CMDCA – Esporte, Cultura e Fortalecimento da Convivência, se torna essencial. A ampliação das atividades com a inclusão das oficinas de balé e judô, juntamente com o fortalecimento do futebol, permitirá atender mais 60 crianças e adolescentes, preenchendo o tempo ocioso, fortalecendo vínculos familiares e comunitários, oferecendo práticas reconhecidas por sua eficácia no desenvolvimento integral.
Além dos benefícios físicos e emocionais, as oficinas funcionam como ferramentas de proteção social preventiva, afastando crianças e adolescentes de ambientes perigosos e aproximando-os da família e de espaços seguros de convivência, contribuindo para a mudança de futuros protagonistas da sua própria história.
O Instituto conta ainda com uma equipe técnica composta por assistente social, educadora social (contratada) e psicóloga (voluntária), oficineiros e parcerias importantes, como o Sebrac, Gerando Falcões, Mesa Brasil, Receita Federal e CEAPA. Temos um bazar permanente e empresas privadas que reforçam a rede de apoio e ampliam o impacto do projeto. Portanto, a justificativa desta proposta se sustenta nos pilares fundamentais, sendo: necessidade real e urgente do território, marcado por alta vulnerabilidade social e ausência de políticas públicas suficientes; eficácia comprovada das práticas esportivas e culturais no desenvolvimento integral, na prevenção de violências e no fortalecimento de vínculos, conforme as evidências; capacidade técnica, experiência e credibilidade no trabalho em rede, reconhecido pela comunidade e pela rede socioassistencial. Dessa forma, o investimento por meio do FIA/CMDCA representa não apenas o financiamento de oficinas, mas uma estratégia concreta de proteção, prevenção e auxílio na transformação social, ampliando oportunidades, fortalecendo famílias e garantindo direitos fundamentais às crianças e adolescentes que mais precisam nessa região.
Promover o desenvolvimento integral e o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários de 60 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, por meio da prática esportiva e cultural, com acompanhamento técnico, pedagógico e por assistente social.
PROCESSOS DE EXECUÇÃO DO PROJETO OU ATIVIDADE: (para cada Objetivo Específico preencha um quadro. Consulte o Manual do Plano de Trabalho para preenchimento dos campos).
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Objetivo Específico 1: Realizar 2 oficinas semanais de futebol, judô e balé com 20 participantes por oficina. |
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METAS (descrever a meta) |
AÇÕES (atividades a executar) |
INDICADORES |
MEIOS DE VERIFICAÇÃO |
CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO |
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Realizar 2 oficinas semanais de futebol, com 20 participantes por oficina. |
Inscrição dos participantes, organização de turmas por faixa etária e modalidade, realização das oficinas no contra turno escolar. |
Número de participantes matriculados, número de oficinas realizadas por mês. |
Fichas de inscrição, listas de presença, relatórios fotográficos. |
12 meses |
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Realizar 2 oficinas semanais de judô, com 10 participantes por oficina. |
Inscrição dos participantes, organização de turmas por faixa etária e modalidade, realização das oficinas no contra turno escolar. |
Número de participantes matriculados, número de oficinas realizadas por mês. |
Fichas de inscrição, listas de presença, relatórios fotográficos. |
12 meses |
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Realizar 2 oficinas semanais de balé, com 10 participantes por oficina. |
Inscrição dos participantes, organização de turmas por faixa etária e modalidade, realização das oficinas no contra turno escolar. |
Número de participantes matriculados, número de oficinas realizadas por mês. |
Fichas de inscrição, listas de presença, relatórios fotográficos. |
12 meses |
Resultados Esperados:
Espera-se que as crianças e adolescentes apresentem avanços em coordenação, equilíbrio e consciência corporal, favorecendo um desenvolvimento físico saudável.
Participação em atividades esportivas e culturais, desenvolvendo liderança, autonomia e construção de identidade.
Diminuição de conflitos, melhoria na atenção, maior engajamento escolar e convivência social mais harmoniosa.
Conquistas nas oficinas, resultando em uma imagem positiva e maior confiança para enfrentar desafios da vida.
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Objetivo Específico 2: Promover o protagonismo infanto-juvenil e estimular a expressão criativa de crianças e adolescentes, através de atividades culturais e educativas, fortalecendo vínculos familiares e comunitários, e contribuindo para o desenvolvimento da cidadania. |
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METAS (descrever a meta) |
AÇÕES (atividades a executar) |
INDICADORES |
MEIOS DE VERIFICAÇÃO |
CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO |
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Realizar 12 rodas de diálogo, sobre convivência, respeito e empatia, sendo 4 por oficina. |
Organizar rodas de conversa, abordando temas de convivência, respeito, empatia e direitos. |
Número de rodas realizadas; Participação ativa dos adolescentes e das famílias. |
Relatórios de atividades, fichas de participação, registros fotográficos. |
12 meses |
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Realizar 1 atividades integradas mensais de reflexão e expressão (arte, movimento e convivência), com os participantes de cada atividade. |
Desenvolver atividades lúdicas e culturais, utilizando arte, movimento e convivência para promover reflexão e integração. |
Número de atividades realizadas; Nível de engajamento dos participantes. |
Relatórios de atividades, registros fotográficos, feedback dos participantes. |
12 meses |
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Organizar 03 apresentações culturais e sociais nas datas comemorativas, com a participação das famílias e comunidade. |
Planejar e realizar eventos culturais e sociais que envolvam a comunidade e as famílias, com apresentações e exposições dos talentos dos adolescentes. |
Número de eventos realizados; Percentual de participação das famílias e da comunidade; Avaliações positivas. |
Fotos e vídeos dos eventos, listas de presença, relatórios de participação |
12 meses |
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Resultados Esperados:
Espera-se que os adolescentes participem ativamente das rodas de diálogo, das atividades culturais e das apresentações, assumindo papéis de liderança e fortalecimento da convivência familiar e comunitária.
Espera-se que as famílias se envolvam nas atividades culturais e nas apresentações, criando um ambiente de apoio e fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários.
A prática das rodas de diálogo e atividades integradas contribuirá para a redução de conflitos e promoverá uma convivência mais saudável entre os participantes.
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Objetivo Específico 3: Garantir a execução qualificada das ações do projeto por meio da contratação de 6 profissionais, entre equipe técnica e operacional, assegurando organização, acompanhamento, proteção social, condução das oficinas e funcionamento adequado das atividades. |
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METAS (descrever a meta) |
AÇÕES (atividades a executar) |
INDICADORES |
MEIOS DE VERIFICAÇÃO |
CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO |
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Contratar profissionais por meio de avaliação curricular, para os cargos: 01 assistente social, 01 coordenador, 03 oficineiros e 01 auxiliar de serviços gerais |
Selecionar e contratar equipe de profissionais (assistente social, coordenador, oficineiros e auxiliar de serviços gerais). Realizar 12 reuniões (1por mes) para alinhamento e planejamento. |
Número de profissionais contratados conforme previsto; Número de reuniões realizadas. |
Contratos de trabalho da equipe, recibos e notas fiscais. |
12 meses |
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Garantir o acompanhamento contínuo das atividades do projeto, com foco no apoio da equipe tecnica e organizacional. |
Monitoramento contínuo, realizado pela equipe de assistente social e coordenador, garantindo a execução eficiente das atividades. |
Número de acompanhamentos realizados; Número de reuniões mensais, de avaliação e planejamento. |
Relatórios de atividades, registros fotográficos, checklists de manutenção. |
12 meses |
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Aquisição de materiais para a execução das oficinas, contendo: 50 tatames, 20 kimonos de judô e 25 kits de balé. |
Compra dos materiais para a realização das oficinas, sendo: 50 tatames, 20 kimonos de judô e 25 kits de balé. |
Número de itens adquiridos; Quantidade de material disponível para as oficinas. |
Notas fiscais, fotos e relatório de compra. |
12 meses |
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A equipe contratada será capacitada e atuará de forma contínua, garantindo a execução eficaz das ações do projeto e o cumprimento das metas.
A equipe de assistente social e coordenador realizará acompanhamento contínuo, promovendo monitoramento regular das atividades, ajustando-as conforme necessário.
As oficinas de balé, judô e futebol serão realizadas conforme o cronograma, com a frequência mínima de 75% dos participantes, garantindo o pleno funcionamento das atividades.
A meta de aquisição de materiais será cumprida, garantindo que todas as oficinas tenham os recursos necessários para a execução das atividades, com a devida documentação para verificação. |
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A execução do projeto “Movimento de Vida: Esporte e Cultura para Proteção e Protagonismo Juvenil” ocorrerá de maneira contínua, sistematizada e baseada em protocolos técnicos da Assistência Social, Educação, Esporte e Metodologias Ativas. Todas as etapas foram planejadas para assegurar regularidade, segurança, participação e qualidade das atividades oferecidas às crianças, adolescentes e suas famílias. A atuação será organizada assim:
Mobilização, Acolhimento e Organização Inicial: A equipe técnica realizará reunião com responsáveis, para orientações sobre regras de convivência, frequência e participação nas atividades, seguindo para o processo de inscrição, avaliação inicial, entrevistas socioeconômicas. Seguindo para matrículas e organização das turmas por faixa etária de idade e modalidade (futebol, judô e balé), fixando os dias e horários de cada oficina (a definir). Os uniformes (judô e balé) serão entregues após dois meses de execução das oficinas, confirmando uma frequência ativa dos participantes.
As oficinas de Futebol, Judô e Balé serão realizadas em contra turno escolar, com duas aulas semanais em dias fixos, a definir. Cada encontro terá duração média de 90 a 120 minutos, seguindo um roteiro pedagógico estruturado composto por:
Todos os oficineiros terão um plano de trabalho a ser seguido, sob supervisão do coordenador e assistente social, alinhado com educador social, garantindo a metodologia e foco na prevenção de riscos sociais.
Acompanhamento Profissional e Fortalecimento Familiar: A assistente social realizará atendimentos individuais e em grupo, visitas domiciliares, articulação e encaminhamentos para a rede, rodas de conversas, acolhimento, orientação, avaliação socioeconômica, supervisionando e orientando o educador social e oficineiros. O educador social atuará nas rodas de conversa, mediação de conflitos, incentivo à permanência e apoio aos participantes. Este eixo garante que as oficinas não sejam apenas atividades esportivas, mas parte de uma estratégia integral de proteção social.
Convivência Comunitária e Eventos: Serão promovidos, ao longo do ano, a participação de torneios de futebol, valorizando fair play, respeito e cooperação; torneios de Judô e demonstrações técnicas com cerimônia simbólica de evolução; Mostra de Balé, aberta às famílias e comunidade do território; Dias de convivência, com ações coletivas de integração, oficinas lúdicas e atividades culturais. Esses eventos têm impacto direto no fortalecimento dos vínculos familiares, na participação da comunidade e no sentimento de pertencimento ao território.
Monitoramento, Avaliação e Prestação de Contas: A gestão será feita com rigor técnico, transparência e documentação permanente, sendo utilizados:
O coordenador acompanhará metas, prazos e qualidade das ações, além de gerenciar o projeto, liderar a equipe e garantir que os objetivos da instituição sejam alcançados. Ao final do projeto, será elaborado um relatório final de avaliação, com análise dos resultados e indicadores alcançados.
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Especificação |
Valor (R$) |
% |
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Valor total do recurso (bruto) |
130.000,00 |
100% |
|
Valor da proposta |
130.000,00 |
100% |
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Contrapartida voluntária financeira (caso houver) |
00,00 |
00,00 |
8.2- Detalhamento das despesas
A previsão de despesas deverá incluir os elementos indicativos da mensuração da compatibilidade dos custos apresentados com os preços praticados no mercado ou com outras parcerias da mesma natureza, tais como: 3 orçamentos, cotações, tabelas de preços de associações profissionais, publicações especializadas ou quaisquer outras fontes de informação disponíveis ao público.
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DETALHAMENTO DAS DESPESAS – (Planilha de Itens) |
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Item |
Descrição |
UND |
Qtde |
Valor Unitário (R$) |
Subtotal |
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1 |
Tatame |
Un. |
50 |
99,00 |
4.950,00 |
|
2 |
Kimono Judô |
Un. |
20 |
187,50 |
3.750,00 |
|
3 |
Kit balé (maiô, meia e saia) |
Un. |
25 |
100,00 |
2.500,00 |
|
4 |
Coordenador Geral |
Un. |
01 |
2.500,00 |
30.000,00 |
|
5 |
Assistente Social |
Un. |
01 |
2.800,00 |
33.600,00 |
|
6 |
Auxiliar de serviços gerais |
Un. |
01 |
1.600,00 |
19.200,00 |
|
7 |
Oficineiro de Futebol |
Un. |
01 |
1.000,00 |
12.000,00 |
|
8 |
Oficineiro de Judô |
Un. |
01 |
1.000,00 |
12.000,00 |
|
9 |
Oficineiro de Balé |
Un. |
01 |
1.000,00 |
12.000,00 |
(A planilha abaixo deverá ser preechida no caso de contratação de pessoal, sendo que os valores obtidos nos itens: número de empregados, total despesa mês por cargo no projeto e total por cargo, precisam ser transferidos respectivamente para os itens: quantidade, valor unitário e subtotal da planilha 8.2).
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DESPESAS COM SALÁRIOS, DÉCIMO TERCEIRO, FÉRIAS, ENCARGOS SOCIAIS E MULTA FGTS POR CARGO (R$) |
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Descrição do cargo |
Horas/ mês |
Salário base |
Deduções (INSS e IR) |
Salário líquido |
13º Salário 1/12 avos |
Féria s 1/12 avos |
INSS + SAT+ (CTS INSS terceiros) 20%+3% +5,8% = 28,8% |
FGTS 8% |
Multa 40% FGTS |
PIS 1% |
Total despesa mês por cargo no projeto |
Nº emprega dos |
Nº de meses |
Total por cargo |
|
Coordenador |
150 |
2.500,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,0 0 |
2.500,00 |
01 |
12 |
30.000,00 |
|
Assistente Social |
100 |
2.800,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,0 0 |
2.800,00 |
01 |
12 |
33.600,00 |
|
Auxiliar de serviço gerais |
220 |
1.600,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,0 0 |
1.600,00 |
01 |
12 |
19.200,00 |
|
Oficineiro Futebol |
16 |
1.000,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,0 0 |
1.000,00 |
01 |
12 |
12.000,00 |
|
Oficineiro Judô |
16 |
1.000,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,0 0 |
1.000,00 |
01 |
12 |
12.000,00 |
|
Oficineiro Balé |
16 |
1.000,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,00 |
00,0 0 |
1.000,00 |
01 |
12 |
12.000,00 |
|
TOTAL DESPESAS MÊS PELO QUADRO DE PESSOAL BÁSICO 9.900,00 |
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DESCONTO REFERENTE INSS PATRONAL |
00,00 |
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VALOR DO REPASSE COM PESSOAL |
118.800,00 |
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MARCO REGULATÓRIO DA SOCIEDADE CIVIL - LEI Nº 13.019/2014
09 - CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO:
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Cronograma de Desembolso (Concedente) (R$ 1,00) |
VALOR (R$) |
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Parcela Única |
130.000,00 |
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Cronograma de Desembolso (Contrapartida se houver ) (R$ 1,00) |
VALOR (R$) |
|
Parcela Única |
00,00 |
10. FUTURO DO PROJETO OU ATIVIDADE:
O projeto “Movimento de Vida: Esporte e Cultura para Proteção e Protagonismo infanto-juvenil” foi estruturado para gerar impactos positivos no território e consolidar uma rede contínua de proteção e fortalecimento da convivência familiar e comunitária. Ao término do período de execução financiado pelo FIA/CMDCA, o Instituto de Desenvolvimento Social Dona Marly dará continuidade às atividades como parte de sua programação.
O Instituto já consolidou uma rede de parcerias com instituições reconhecidas, além da colaboração de voluntários e padrinhos que apoiam a viabilização financeira e logística das ações desenvolvidas. Mantemos, ainda, um bazar permanente cuja totalidade da receita é integralmente destinada às oficinas educativas, culturais e programas de capacitação oferecidos pelo Instituto. Está prevista a realização do “I Festival Território em Movimento”, que reunirá apresentações de balé, demonstrações de judô e karatê, bem como exposições de artesanato — evento que funcionará como uma estratégia institucional para mobilização comunitária, difusão dos resultados alcançados e captação de novos parceiros.
Por fim, o projeto se consolidará como uma política permanente da instituição, com capacidade de atrair novos financiamentos por meio de editais, parcerias empresariais, campanhas comunitárias e doações recorrentes. Assim, o futuro do projeto é pautado na sustentabilidade, expansão e fortalecimento da proteção, assegurando que os resultados alcançados se mantenham e se ampliem, auxiliando na transformação da realidade das famílias atendidas e promovendo um ambiente comunitário mais seguro, saudável e participativo, gerando um impacto positivo na vida de futuros cidadãos.
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